segunda-feira, 13 de outubro de 2014

REsultado do 3º Rodeio Artístico do CTG Os Gaudérios

Grupo Mirim
Media Interpretação Media Harmonia Media Correção Nota Final
1º CTG Rodeio de Encruzilhada - Encruzilhada do Sul 5ª RT 11,605 5,660 9,000 8,755
2º CTG Sentinela da Querência - Sta Maria 13ª RT 11,636 5,680 8,850 8,722
3º CTG Lanceiros de Sta Cruz - Sta Cruz do Sul 5ª RT 11,510 5,600 8,750 8,620
CTG Tropeiros da Amizade - Sta Cruz do Sul13ª RT 11,459 5,500 8,900 8,620
GAN Guia Lopes - Candelária 5ª RT 11,473 5,580 8,800 8,618
CTG Carreteiros da Saudade - Pantano Grande 5ª RT 11,472 5,430 8,950 8,617
CTG Tropeiros da Lealdade - Cachoeira do Sul 5ª RT 11,272 5,290 8,500 8,354
GAN Piazitos da Querência - Cachoeira do Sul 5ª RT 11,290 5,250 8,050 8,197
*OBS Critério de Desempate: Interpretação
Grupo Veterana
Media Interpretação Media Harmonia Media Correção Nota Final Classificação
1º CTG Tropeiros da Amizade - Sta Cruz do Sul 5ª R 11,618 5,720 9,000 8,779
2º CTG Sentinela da Querência - Sta Maria 13ª RT 11,478 5,560 9,000 8,679
3º CTG Carreteiros da Saudade - Pantano Grande 5ª RT 11,441 5,380 8,950 8,590
Grupo Juvenil
Media Interpretação Media Harmonia Media Correção Nota Final Classificação
1º CTG Bento Gonçalves - Sta Maria 13ª RT 11,650 5,800 9,00 8,817
2º PL Lider do Laço - Cachoeira do Sul 5ª RT 11,625 5,770 9,00 8,798
3º CTG Rodeio de Encruzilhada - Encruzilhada do Sul 5ª RT 11,662 5,750 8,95 8,787
CTG Estância do Chimarrão - Cachoeira do Sul 5ª RT 11,623 5,720 9,00 8,781
CTG Chaleira Preta - Venâncio Aires 24ª RT 11,591 5,700 9,00 8,764
CTG Familia Nativista - Caçapava do Sul 18ª RT 11,607 5,730 8,95 8,762
CTG Rincão da Alegria - Sta Cruz do Sul 5ª RT 11,572 5,680 9,00 8,751
CTG Galpão da Estância - Sobradinho 14ª RT 11,634 5,710 8,90 8,748
CTG Sentinela do Forte - Caçapava do Sul 18ª RT 11,634 5,670 8,90 8,735
CTG Tropeiros da Amizade - Sta Cruz do Sul 5ª RT 11,492 5,680 8,95 8,707
CTG Sentinela da Querência - Sta Maria 13ª RT 11,607 5,740 8,65 8,666
CTG Lanceiros de Sta Cruz - Sta Cruz do Sul 5ª RT 11,623 5,640 8,50 8,588
Grupo Adulto B
Media Interpretação Media Harmonia Media Correção Nota Final Classificação
1º AT Poncho Branco - Santa Maria 13ª RT 11,717 5,740 9,00 8,819
2º CTG Desgarrados - Guaporé 11ª RT 11,677 5,760 9,00 8,812
3º GN Ibirapuitã - Alegrete 4ª RT 11,685 5,730 9,00 8,805
DTG Poncho Verde - Panambi 9ª RT 11,648 5,720 9,00 8,789
DTCE Marcas do Pampa - Santa Maria 13ª RT 11,588 5,700 9,00 8,763
CTG Giuseppe Garibalde - Encantado 24ª RT 11,597 5,710 8,95 8,752
CTG Sentinela do Forte - Caçapava18ª RT 11,574 5,660 8,85 8,695
Grupo Adulto A
Media Interpretação Media Harmonia Media Correção Nota Final Classificação
1º CTG Tropeiros da Lealdade - Cachoeira do Sul 5ª RT 11,418 5,51 8,85 8,593


Segue abaixo gerais dos individuais.
Chula Mirim 
Concorrente Avaliador 1 Avaliador 2 Avaliador 3 Nota Final Classificação
1º Fabio de Andrades P. da Fonseca - Caami de Arte Nativa 30,9 32,7 32,5 32,033
2ºJoão Pedro de O. Guimarães - GAN Vaqueanos da Cultura 28,4 29,6 28,5 28,833 3ºGustavo Garske Ludtke - CTG Sentinela dos Pampas 27,7 28,5 27,3 27,833
Thalysson R. da Silva - DTCE Alma Gaucha 28 25,7 25,8 26,500 
Carlos Eduardo Rodrigues - CTG Lanceiros de Santa Cruz 23 24,4 23,8 23,733 
Leonardo Shuler - CTG Chaleira Preta 24,3 22,7 24 23,667 
Nicolas da Rosa Aquino - CTG Chaleira Preta 24 24,2 22,4 23,533 
Iuri Elesbão Souza - PL Lider do Laço 14,1 18,7 20 17,600
Chula Juvenil 
Concorrente Avaliador 1 Avaliador 2 Avaliador 3 Nota Final Classificação
1ºPaulo Damião Christo Martins - CTG Bento Gonçalves 38 39,4 38,1 38,500
2º Willian C. Arrivabene - CTG Sentinela da Querência 35,5 35,2 34,7 35,133
3º Renato dos Santos - CTG Tropeiros da Amizade 29,2 22,2 23,5 24,967
Jorge - CTG Tropeiros da Amizade 20 20,6 19 19,867 
Vinicius S. da Silva - CTG Chaleira Preta 19,5 18,3 10,4 16,067

Chula Adulto 
Concorrente Avaliador 1 Avaliador 2 Avaliador 3 Nota Final Classificação
1º Franciel da Silva de Souza - CTG Bento Gonçalves 50 50,2 50,1 50,100
2º Clademir Lima dos Santos - CTG Rincão da Alegria 48 49 48,2 48,400
3º Marcelo Lovato Brum - CTG Sentinela da Querencia 45 45,1 45,5 45,200
Mauricio Alves da Querencia - CTG Sentinela da Querencia 45 44,4 45,2 44,867 
Felipe Finger - CTG Tropeiros da Amizade 43,2 39 41,8 41,333 
Igor Silva - PL Lider do Laço 31,8 31,1 34,3 32,400 
Franquilin Tavares - CTG Tropeiros da Lealdade 30,2 28 31,6 29,933 
Weligton dos Santos Rosa - CTG Tropeiros da Lealdade 28,1 29,9 29 29,000 
Eduardo Terrem Silveira - CTG Tropeiros da Lealdade 26,5 25,4 31,3 27,733 
Wellinton Teixeira Freitas - CTG Tropeiros da Lealdade 17,3 7,2 20,5 15,000

Declamação Feminina Mirim 
Concorrente Avaliador 1 Avaliador 2 Avaliador 3 Nota Final Classificação 
 Barbara Stieler Boehrer - CTG Sentinela da Querenica 2,4 2,45 2,372 2,407
2º Martiele Lara - CTG Piazitos da Querência 2,325 2,125 2,3 2,250 
 Luane Rodrigues - CTG Bento Gonçalves 2,325 2,125 2,275 2,242
Gabrielle D. de Carvalho - DTCE Alma Gaucha 2,125 2,175 2,3 2,200 
Renata Eidt Schiedeck - CTG Carreteiros da Saudade 2,125 2 2,225 2,117 
Alice Godin Santos - CTG Familia Nativista 2,075 2,125 2,125 2,108 
Syndyane Machado de Souza 2,075 2 2,05 2,042 
Vitória Benazzi de Almeida - CTG Lanceiros de Santa Cruz 2 1,625 1,85 1,825 
Ana Marriela Fernandes - CTG Tropeiros da Lealdade 1,75 1,625 1,975 1,783 
Tábata Jahn Lopes - CTG Tropeiros da Amizade 1,65 1,75 1,85 1,750 
Antônia Fantz de Freitas - CTG Carreteiros da Saudade 1,5 1,625 1,875 1,667 
Ana Luiza Marconato - CTG Tropeiros da Lealdade 1,75 1,5 1,647 1,632

Declamação Feminina Juvenil 
Concorrente Avaliador 1 Avaliador 2 Avaliador 3 Nota Final Classificação 
 Mariana Bonoto de Melo - CTG Familia Nativista 2,275 2,375 2,35 2,333
2º Helen Teixeira Moraes - CTG Carreteiros da Saudade 2,375 2,35 2,2 2,308 
3º Leticia Scmachtemberg - CTG Chaleira Preta 2,4 2,3 2,2 2,300 
Gabriele Bordignon - CTG Tropeiros da Lealdade 2,2 2,45 2,15 2,267 
Natalia Freitas - CTG Tropeiros da Lealdade 2,225 2,175 2,05 2,150 
Adriana Brutti Medeiros - CTG Sentinela da Querência 2,175 1,875 2,175 2,075

Declamação Feminina Adulto 
Concorrente Avaliador 1 Avaliador 2 Avaliador 3 Nota Final Classificação 
 Ana Paula Henriques Fonseca - CTG Sentinela do Forte 2,45 2,475 2,475 2,467
 Elisiane Schimidt Kirchoff - CTG Bento Gonçalves 2,475 2,45 2,412 2,446
3º Camila Eidt Schiedeck - CTG Carreteiros da Saudade 2,075 2,375 2,4 2,283

Declamação Masculina Mirim 
Concorrente Avaliador 1 Avaliador 2 Avaliador 3 Nota Final Classificação 
 João Henrique da Costa Machado - CTG Sentinela do Forte 2,425 2,5 2,45 2,458
2º Leandro Coelho - CTG Rodeio de Envruzilhada 2,325 2,125 2,425 2,292 
3º Rodrigo M. da Silveira Junior - CTG Familia Nativista 2 2 2,172 2,057 
Lucas Adriano Vieira - CTG Tropeiros da Lealdade 1,625 1,875 1,55 1,683

Declamação Masculina Juvenil 
Concorrente Avaliador 1 Avaliador 2 Avaliador 3 Nota Final Classificação 
1º Helder Moreira Machado - CTG Bento Gonçalves 2,2 2,325 2,075 2,2 
2º Aluizio Pinheiro Schilling - CTG Sentinela da Querência 2,35 2,125 2,075 2,183 
3º Eagro Henrique Brenner - CTG Chaleira Preta 1,725 1,5 2,05 1,758

Declamação Masculina Adulto 
Concorrente Avaliador 1 Avaliador 2 Avaliador 3 Nota Final Classificação
 Guilherme Marques - CTG Sentinel do Forte 2,472 2,425 2,45 2,449
2º Ernani Fontoura da Slva - CTG Tropeiros da Lealdade 2,447 2,45 2,45 2,449 
3º Itamar Fraga - Pl Lider do Laço 2,4 2,425 2,425 2,417 
Iuri Guterres - PL Lider do Laço 2,45 2,37 2,225 2,348 
Adriano Coelho - CTG Rodeio de Ecruzilhada 2,25 2,325 2,35 2,308 
Matheus da Cunha Goggia - CTG Sentinela da Querência 2,075 2,4 2,425 2,300 
Lucas Zarthlen - CTG Chaleira Preta 2,25 2,325 2,125 2,233 
Rubem Hrehardt - CTG Tropeiros da Lealdade 2,35 2 2,2 2,183 
Eduardo Terrem - CTG Tropeiros da Lealdade 2,25 1,85 2,25 2,117 
Arlindo Espindula Machado - CTG Bento Gonçalves 1,7 1,5 1,95 1,717

Solista Feminina Mirim 
Concorrente Avaliador 1 Avaliador 2 Avaliador 3 Nota Final Classificação
1º Nina Rosa C. Steil - GAN Guia Lopes 1,74 1,96 1,86 1,853
2º Helena Kanieski Cariolatto - CTG Sentinela da Querencia 1,76 1,76 1,72 1,747
3º Mariana Guedes Alves Pereira - CTG Sentinela da Querencia 1,84 1,88 1,52 1,747

Solista Feminina Juvenil 
Concorrente Avaliador 1 Avaliador 2 Avaliador 3 Nota Final Classificação
1º Brenda Billmann - PL Lider do Laço 1,98 2 1,98 1,987
2º Bibiane Rampelotto Basseto - CTG Sentinela da Querencia 1,6 1,4 1,46 1,487

Solista Feminina Adulto 
Concorrente Avaliador 1 Avaliador 2 Avaliador 3 Nota Final Classificação
1º Ana Laura Carniel - CTG Sentinela dos Pampas 1,92 1,88 1,92 1,907
2º Alessandra Isabel Kothe Carniel - CTG Sentinela dos Pampas 1,8 1 1,6 1,467


Solista Masculina Mirim 
Concorrente Avaliador 1 Avaliador 2 Avaliador 3 Nota Final Classificação
1º Marion Ferreira Ramos - CTG Tropeiros da Amizade 1,92 1,96 1,88 1,92

Solista Masculina Juvenil 
Concorrente Avaliador 1 Avaliador 2 Avaliador 3 Nota Final Classificação
1º Leonardo Schneider Webrich - AT Poncho Branco 1,94 1,94 1,9 1,927
2º Guilherme Taschetto - CTG Rincão de São Pedro 2 1,78 1,96 1,913
3º Kevin Wilian - PL Lider do Laço 1,84 1,94 1,88 1,887
Thalys Bulsing de Oliveira - CTG Tropeiros da Amizade 1,88 1,72 1,9 1,833

Solista Masculina Adulto 
Concorrente Avaliador 1 Avaliador 2 Avaliador 3 Nota Final Classificação
1º Thailor Bullsing de Oliveira - CTG Estancia do Chimarrão 1,94 1,94 1,9 1,927
2º Igor Dall Pozollo Graeff - CTG Sentinela da Querencia 1,92 1,86 1,98 1,920
3º Iuri Guterres - PL Lider do Laço 1,94 1,9 1,84 1,893
Joel Pires - CTG Sentinela da Querencia 1,92 1,82 1,9 1,880 
Leonardo Martins da Silva - CTG Sentinela da Querencia 1,8 1,88 1,86 1,847 
Lucas Fernandes Borges - CTG Sentinela dos Pampas 1,84 1,76 1,7 1,767 
Murilo Cunha Moraes - CTG Sentinela dos Pampas 1,76 1,8 1,72 1,760

Dança de Salão Mirim 
Concorrente Entidade Avaliador 1 Avaliador 2 Avaliador 3 Nota Final Classificação
1º Everton Moreira e Luane R. do Nascimento CTG Bento Gonçalves 2,825 3,925 3,94 10,690
2º Marrion Ferreira e Tábata Lopes CTG Tropeiros da Amizade 3,975 2,68 3,875 10,530
3º Luiz Andr e Gabrielli Noal CTG Sentinela da Querencia 3,95 2,69 3,89 10,530
Augusto Costa e Liandra DTCE Alma Gaucha 3,91 2,61 3,88 10,400 
João Vitor e Gabrielli DTCE Alma Gaucha 3,95 2,365 3,91 10,225 
Samuel Rodrigues e Erica Bartz GAN Guia Lopes 3,7 2,38 3,83 9,910 
Rodrigo M. da Silveira e Joana Lopes CTG Familia Nativista 3,625 2,105 3,83 9,560

Dança de Salão Juvenil 
Concorrente Entidade Avaliador 1 Avaliador 2 Avaliador 3 Nota Final 
1º Natuana e Alisson CTG Rodeio da Saudade 4 2,625 3,97 10,595
2º Helder Moreira e Bruna S. da Silva CTG Bento Gonçalves 2,745 3,83 3,895 10,470
3º Gabriel Campanhola e Laura Panzer CTG Sentinela da Querencia 2,45 4 3,97 10,420
Bruno da Silva Flores e Marindia Kaufmann PL Lider do Laço 2,545 3,93 3,925 10,400

Dança de Salão Adulto 
Concorrente Entidade Avaliador 1 Avaliador 2 Avaliador 3 Nota Final 
1º Andre Kirchoff e Elisiane Kirchoff CTG Bento Gonçalves 4 2,79 3,985 10,775
2º Jean Leandro e Andrielli Battu CTG Ponche Verde 3,98 2,79 3,985 10,755
3º Ana Paula M. e Alex Sandro CTG Sentinela do Forte 3,975 2,715 3,885 10,575
Jaine R. Pedroso e Diego L. Marques CTG Sentinela do Forte 3,91 2,745 3,845 10,500


quinta-feira, 2 de outubro de 2014

NOVO CURSO DE DANÇA GAÚCHA DE SALÃO

CTG Sentinela dos Pampas promove:

NOVO CURSO DE DANÇA GAÚCHA DE SALÃO
BÁSICO E AVANÇADO


Início dia 10 de outubro de 2014
Horário: 19h30min - Curso Básico.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

O USO CORRETO DO CHAPÉU

Não pude deixar de compatilhar o texto do Srº Ibani Jorge Bicca :

   "Estamos nos aproximando do mês de setembro, quando vemos muitos gaúchos pilchados e usando chapéu.

Eu que sou tradicionalista e de vez em quando também uso boina e chapéu, tenho constatado, que nos tempos modernos, as pessoas quando usam algum tipo de cobertura, o fazem sem se preocupar com aquelas regrinhas básicas de civilidade e boa educação que nós os mais antigos aprendemos com nossos pais.

    Eu lembro como se fosse hoje: Eu deveria ter uns cinco anos de idade, quando meu pai presenteou-me com o meu primeiro chapéu, um rústico chapéu de palha para proteger-me do sol. Antes mesmo de me entregá-lo, ele me explicou que dentro de casa não se usava chapéu e quando eu fosse cumprimentar alguém, deveria retirá-lo. E quando cumprimentasse alguém de passagem devia levar a mão à aba, levantando-o.

    Mais tarde no Exército aprendi que em recinto coberto, não se usa cobertura.

   O Movimento tradicionalista Gaúcho nas suas diretrizes para as pilchas gaúchas apenas especifica qual o tipo de chapéu adequado para o gaucho. Não versa sobre o correto uso do chapéu. Todavia quando fala de situações em que se deve demonstrar respeito, recomenda retirar o chapéu, como em solenidades em que se hasteia bandeiras e canta-se hinos.

   A vinculação do chapéu com o respeito, está implícita nas atitudes do gaúcho, principalmente daqueles mais veteranos. Assim, aquilo que aprendi com meu pai, está valendo. No entanto alguns gaúchos pilchados, notadamente os mais jovens, creio que por desconhecimento, ignoram. Deduzo que o uso do chapéu em locais, momentos e circunstâncias inadequadas, só tem explicação na pura falta de informação de quem assim o faz. Pois temos que convir que um tradicionalista não tomaria nunca de forma deliberada, uma atitude que denotasse falta de educação e respeito.

   Estudando os costumes de um povo, nota-se que estes são passados de geração para geração, ou de pai para filho, conforme costuma-se dizer. Preocupa-me constatar que os pais não estão mais ensinando o uso correto da cobertura(chapéu, boné, gorro, boina, etc.), aos seu filhos, pois quando se perdem os sinais de respeito, é porque o próprio respeito não está mais sendo ensinado aos nossos jovens. Claro que isso não é regra geral, ainda existem famílias que preservam estes bons hábitos.

   Cabe aos mais veteranos tentar resgatar o uso correto do chapéu (cobertura em geral). No tradicionalismo espera-se que os patrões dos CTGs e PTGs, orientem seus peões quanto a este sadio costume de usar o chapéu com civilidade e respeito.

 Pesquisando na internet encontrei algumas regrinhas básicas de etiqueta para quem usa cobertura:

 1. Nunca use seu chapéu dentro de uma residência, sala de aula, restaurante, igreja ou escritório. Ao entrar num recinto desse tipo, tire-o.

2. Carregue seu chapéu junto ao corpo quando o não estiver usando, preferencialmente com a mão esquerda, virado para dentro. Se tiver aba rígida, segure-o pela aba. Se não, segure-o pela coroa. O mais elegante é retirar o chapéu com a mão direita e passá-lo para a mão esquerda, mas pode tirá-lo com a mão esquerda diretamente.

3. Em ônibus, bondes, saguões de hotéis, trens, pode mantê-lo. Se sentar, é melhor retirá-lo, principalmente se ao seu lado houver uma dama, mas não é deselegante mantê-lo.

4. Ao ar livre, mantenha-o em sua cabeça, claro! É para isso que ele serve. Mas com uma exceção: se você estiver parado e acompanhado de uma ou mais mulheres, tire-o. Quando for andar, coloque-o de volta.

5. Em elevadores a regra é parecida com a do ar livre. Pode usá-lo, mas se houver uma dama no elevador, retire-o.

6. Se estiver em uma passagem estreita e uma dama estiver a cruzar-lhe o caminho, vire-se de lado, e levante o chapéu levemente. Quando encontrar uma conhecida na rua e for seguir caminho com ela, faça o mesmo. De novo: se o chapéu tiver aba rígida, levante-o pela aba; do contrário, pela coroa. O comum hoje é trocar beijinhos com uma moça ao encontrá-la. Se for fazê-lo, não apenas levante o chapéu, mas retire-o totalmente antes de beijá-la.

7. Se encontrar um amigo homem, cumprimente-o levantando o chapéu o suficiente para ele ser removido de sua cabeça e, então, coloque-o de volta. Quando for beijar a mão de pais, padrinhos ou sacerdotes, convém retirá-lo totalmente, e segurá-lo ao seu lado antes de fazê-lo."

 'Tiro meu chapéu àqueles que concordam comigo.

Saudações tradicionalistas.

Grato.Atenciosamente

Ibani Jorge Bicca – Um peão do Rio Grande'

O APERTO DE MÃO GAÚCHO



O aperto do gaúcho servia para ver se o outro vivente estava armado!


Do autor   /   JUAREZ NUNES DA SILVA - Historiador, escritor e tradicionalista


O aperto de mão gaúcho
O aperto de mão gaúcho
Apertar a mão é um gesto que exprime vários sentimentos entre duas pessoas, e a forma como ele é realizado, revela valores de amizade e confiança. Dar a mão direita, era para os Persas um juramento inviolável. O ato é uma das expressões culturais mais comumente aceitas no mundo e com ele selam-se amizades, negócios, acordos diplomáticos, além de ser a primeira manifestação ao encontrarmos alguém: é uma forma respeitosa de  cumprimentar.

Retomando a história, o cumprimento de mãos, em que um homem segurava a mão do outro, significava acima de tudo uma demonstração de intenção de paz, dando a entender que um dizia ao outro não estar armado.

O gaúcho tem um cumprimento peculiar que se resume assim:  um toque das palmas das mãos, seguido por um toque na altura do cotovelo ou então um toque com as costas da mão no peito do vivente, e em seguida o deslizar das mãos pelo cotovelo do outro, até que as mãos se encontrem para o aperto de mão tradicional. O gesto é feito de forma automática, mas ele tem um significado que remonta os tempos das peleias e "reboluções": ver se o vivente não trazia uma arma escondida na manga ou ao tocar o peito em direção a costela, ver se não tocava em algum cabo de adaga ou de algum "chimitão"[1]. O cumprimento típico dos gaúchos se faz apenas entre os homens (peonada), sendo impróprio fazê-lo com as mulheres (prendas).

O aperto  de mão é um termômetro onde se identifica o tipo de pessoa a qual se está cumprimentando. Aquele aperto frio e frouxo demonstra que o qüera é fraco, medroso ou inseguro. Também quer dizer que a outra pessoa está com reservas ou desconfiada de você. No entanto, um aperto de mão firme tem o seu valor. Não confundir com o aperto de mão forte, de quebrar os dedos, pois isto é deselegante - uma grosseria. Assim, o aperto de mão gaúcho é um uso e costume da nossa terra que, antigamente, servia para identificar se o outro indivíduo estava desarmado. Que tal?



[1] Revólver muito apreciado pela gauchada, o Schimidt  Weason.

O LENÇO DO GAÚCHO

Do autor.   /   JUAREZ NUNES DA SILVA - Historiador, escritor e tradicionalista.

Lenço Carijó com Nó Farroupilha

Lenço carijó com um nó farroupilha.

Em muitos momentos da nossa história, o lenço foi símbolo de filiação política, conforme a cor e até o modo de atá-lo ao pescoço, a semelhança da Banda Oriental e do lado castelhano.

 

Nos primeiros tempos, o lenço era geralmente colocado sobre a cabeça, atado à marinheira ou a corsário, sob o chapéu ou usado como vincha para sustentar as largas cabeleiras. Possivelmente costume herdado dos marinheiros que por estas regiões aportaram. A herança campesina tem reminiscências árabes, onde o lenço protegia a cabeça do sol, o rosto e as orelhas da poeira e  do frio das madrugadas e no entardecer.

 

Na Guerra dos Farrapos, os farroupilhas usavam lenço vermelho ou encarnado no pescoço com um nó peculiar. Na Revolução Federalista, em 1893, pelearam nas coxilhas rio-grandenses, os federalistas de Gaspar Silveira Martins e Gumersindo Saraiva contra os republicanos de Júlio de Castilhos. Foi a época da degola, onde pereceram mais de 10 mil rio-grandenses. Eram os maragatos (lenço vermelho) contra os pica-paus. (que deviam usar lenços verdes, mas vingou mais o branco). Na Revolução Libertadora, de 1923, pelearam os maragatos de Assis Brasil contra os chimangos de Borges de Medeiros. Novamente, maragatos com lenços vermelhos e chimangos com o lenço branco. Na Revolução de 1930, Vargas uniu os chimangos e maragatos. Portanto, o gaúcho pode usar a cor que melhor lhe apraz no seu lenço de pescoço, inclusive os nós que eram característicos de cada facção, em qualquer cor de lenço.

 

O lenço, como já foi dito, tinha função de proteção, para sustentar o cabelo, e também, por ser de seda, para cegar o corte de armas brancas durante uma peleia. Hoje, o lenço é um complemento da indumentária gaúcha e deve seguir a normatização do MTG para que a tradição gaúcha não seja desvirtuada: as cores permitidas são  o vermelho, branco, azul, verde, amarelo, e carijó nas mesmas cores citadas.  É possível, ainda, carijós em marrom ou cinza.  Normalmente os lenços de tamanho adulto têm medidas de 1 (um) metro quadrado, sendo aconselhado que o mesmo seja utilizado inteiro (muitos cortam o lenço ao meio, fazendo duas peças), para que não fique delgado demais – o que pode confundir com tira ou fita, o que não é permitido.      

 


Por falta de conhecimento, muitos optam por usar lenços de pequeno tamanho e com estampas coloridas, dando a impressão que estão usando echarpes, o mesmo que as mulheres usam na cabeça ou simplesmente, no populacho, fitas mimosas no pescoço. Gauchada, vamos pesquisar para não correr o risco de fantasiar-se, ao invés de pilchar-se como um verdadeiro gaúcho.

A CHAMA CRIOULA

A CHAMA CRIOULA

O domínio do fogo

A partir do domínio do fogo, o cérebro humano desenvolveu-se muito rapidamente, proporcionando um salto qualitativo na nossa vida. A sociedade humana, como a conhecemos, acredita-se que se estruturou a partir do momento em que o homem passou a dominar o fogo, pois este permitiu inúmeros avanços, dentre os quais, que os grupos familiares estivessem ativos durante a noite, o preparo de alimentos e bebidas, também foi usado em caçadas e para afugentar animais e grupos rivais. Mas um ponto fundamental foi seu uso na agricultura e pecuária, servindo para limpeza de áreas (sistema de coivara) e foi amplamente empregado na fundição de metais.

O simbolismo do fogo

São inúmeros os registros que mostram a importância do fogo na vida do homem. É um elemento que consome, aquece, ilumina, mas também pode trazer morte e dor, e por isso, seu simbolismo pode variar muito dependendo do contexto em que ele é usado.
O fogo é um dos quatro elementos da natureza (água, terra, fogo e ar) e que o ser humano pode produzir, fazendo uma conexão entre os homens e Deuses. A maioria dos rituais, ao longo da história, envolve uma chama eterna, e acender um fogo é equiparado com o nascimento e ressurreição. É um princípio criador por excelência, símbolo da energia vital, da purificação, da espiritualidade, do entusiasmo e do ardor.

A chama Crioula – Momento sociopolítico

O Brasil, no final dos anos 40, do século XX, estava saindo da ditadura da chamada “Era Getúlio Vargas”, que havia calado a imprensa, que prejudicava o desenvolvimento e prática das culturas regionais. Com isso, perdeu-se o sentimento de culto à regionalidade. As raízes regionais estavam em processo de esquecimento, adormecidas, reflexo da proibição de demonstrações de valores de cada um dos estados. Bandeiras e hinos dos estados foram, simbolicamente, queimados em cerimônia no Rio de Janeiro e, diante de tudo isso, os gaúchos estavam acomodados àquela situação, apáticos e sem iniciativa.
Liderados pelo jovem João Carlos D’Avila Paixão Cortes, jovens estudantes do Colégio Júlio de Castilhos, criam um departamento de tradições gaúchas, que tinha a finalidade de preservar as tradições e o campeirismo do estado, mas também desenvolver e proporcionar uma revitalização da cultura rio-grandense, interligando-se e valorizando-a no contexto da cultura brasileira.
Dentro deste espírito é que surge a criação da Ronda Crioula, que foi do dia 7, com a extinção da pira da pátria, até o dia 20 de setembro, as datas mais significativas para os gaúchos.
Paixão solicitou a Liga de Defesa Nacional para fazer a retirada de uma centelha do "Fogo Simbólico da Pátria" para transformá-la em "Chama Crioula", como símbolo da união indissolúvel do Rio Grande à Pátria Mãe, e do desejo de que a mesma aquecesse o coração de todos os gaúchos e brasileiros, até o dia 20 de setembro, data magna estadual. Nessa oportunidade, Paixão recebeu o convite para montar uma guarda de honra ao general farrapo, David Canabarro, que seria transladado de Santana do Livramento para Porto Alegre. Então, Paixão reuniu um piquete de oito gaúchos bem pilchados e, no dia 5 de setembro de 1947, prestaram a homenagem a Canabarro.

Diariamente estaremos enviando para vocês um trabalho para ajudar no conhecimento da chama, o por que dela, simbolismo, historia, grupo dos oito, translado, acendimento em sítios históricos pelo RS, recebimento, e guarda da chama.

O Grupo dos Oito

O piquete que transladou os restos mortais de Davi Canabarro ficou conhecido como o “Grupo dos Oito”, ou “Piquete da Tradição”. Era formado por Antonio João de Sá Siqueira, Fernando Machado Vieira, João Machado Vieira, Cilso Araújo Campos, Ciro Dias da Costa, Orlando Jorge Degrazzia, Cyro Dutra Ferreira e João Carlos Paixão Cortes, seu líder.

A Chama Crioula – acesa pela primeira vez no dia 07/09/1947

A “Chama Crioula” representa, para o gaúcho e o tradicionalista, a história, a tradição, a alma da sociedade gaúcha, construída ao longo de pouco mais de três séculos. Em torno dela construímos um ambiente de reverência ao passado, de culto aos feitos e fatos que nos orgulham, de reflexão sobre a sociedade que somos e a que queremos ser.

Como um símbolo que une nosso estado, ela estará presente em todos os galpões, todos os acampamentos, todas as manifestações de amor à tradição, ardendo no candeeiro, sempre carregada de a cavalo por homens e mulheres que sabem o que fazem e o que querem.

O acendimento oficial da Chama do Estado

Nas comemorações do sesquicentenário da Revolução Farroupilha, um olhar diferenciado surge sobre a epopeia, novos escritos, acontecimentos e um novo reconhecimento. No inicio, os festejos duravam em torno de 13 dias (de 7 à 20/09), depois, por lei, ficou em 7. Atualmente, em Porto Alegre, o Parque da Harmonia recebe seus acampados desde o final do mês de agosto, mas é a partir do dia 7 de setembro, com o ato histórico de Paixão Cortes e o piquete da tradição, que abrem oficialmente as comemorações na capital. As atividades oficiais, pela lei, e no interior do estado, continuam acontecendo à partir do dia 14.

Muitos lugares já têm em seu imaginário que as comemorações estão acontecendo desde o momento em que é acesa a chama oficial do estrado em um sítio histórico pelo Rio Grande do Sul. Esse evento acontece sempre no final de semana mais próximo do dia 24 de agosto, data que marca o suicídio do presidente Getulio Vargas. Em 1999 o acendimento da Chama Crioula foi realizado em Pelotas, em uma homenagem ao centenário da União Gaúcha Simões Lopes Neto. Em 2000 o acendimento ocorreu em Alegrete, na “Capela Queimada”. Os dois eventos foram prestigiados pela direção do MTG, mas tiveram muita pouca participação das coordenadorias regionais. Foram eventos locais, sem grandes repercussões na mídia.

O acendimento da chama crioula se transformou em um grande evento à partir de 2001, em Guaíba, em frente a casa de Gomes Jardim, com participação das 30 RTs. Neste ano de 2014, a cidade escolhida, no congresso tradicionalista, para receber o Rio Grande e gerar a chama, foi Cruz Alta – “Terra de Erico Veríssimo”.
A busca, o translado e a guarda da Chama
         Um velho ditado diz: “A união faz a força”. A busca da chama nos sítios históricos, espalhados pelo Rio Grande do Sul, demanda, na maioria das vezes, de custos operacionais. Em algumas cidades existe uma rubrica, dos festejos farroupilhas, para a busca da chama. Então, alguns grupos se fecham dentro daquela rubrica e não abrem para outros grupos irem junto buscar o símbolo. Aí começam as discordâncias na cidade.
          Em outras localidades, mais organizadas, os municípios fecham com a coordenadoria regional, unem os grupos de cavalgadas, tem uma equipe para prestação de contas, e todos viajam juntos. Cabe lembrar ainda que alguns grupos simplesmente saem à cavalo pelo estado, sem roteiro pré organizado, sem pousos determinados e sem avisar a policia rodoviária sobre sua presença em determinadas rodovias.
          A sugestão é que os grupos de cavalgadas se unam dentro da região, façam um grande ordenamento de despesas, organizem o trajeto antecipadamente, avisem as autoridades competentes, e façam uma grande busca da chama. Lembrando que é sempre importante o espírito de equipe, o bom senso e a camaradagem entre os cavaleiros e participantes.

O translado - As bandeiras vão à frente. A chama logo depois delas. Quem leva a chama, ao chegar, alcança o archote para alguém previamente definido que vai fazer o acendimento do candeeiro. Esse ato é, normalmente, feito logo após o hino nacional (quando for executado) e antes dos pronunciamentos (quando houver pronunciamentos). Normalmente são três falas. É comum dar-se a palavra ao comandante da cavalgada.

A ronda da chama - A ronda não é estática, ela é móvel. A ronda também pode ser entendida como o ato de trocar a chama de lugar a cada dia. A ela pode-se incluir uma serie de atividades no entorno da chama.

A guarda da chama - A guarda da chama é feita por uma ou duas pessoas que ficam paradas (no estilo militar), normalmente de lança em punho. O ideal é que a guarda seja feita durante as 24 horas, no entanto, se não houver movimento, pode ficar o candeeiro sozinho, com o galpão fechado. Enquanto houver atividades ou se a chama estiver em local aberto, a guarda é permanente. A troca de guarda deve sempre ser feita com um breve cerimonial: A entrega da lança e, a troca de lugar, deve ser feita de forma solene.

O cerimonial – Escolher alguém com boa dicção e que planeje o cerimonial antes, lendo bastante, para evitar se engasgar com as palavras na hora.
Ao abrir, ter as informações do que está acontecendo, nominar as autoridades (da maior para a menor), ter os hinos à mão, pronunciamentos sempre da menor, para a maior autoridade (processo inverso a composição do dispositivo das autoridades).

A fala na troca de guarda – Não existe uma fala padrão, por ser neste momento, uma situação que envolve muito a emoção do que se está fazendo. Fizemos um levantamento, em algumas regiões, buscando saber o que, normalmente, eles falam quando fazem a troca de guarda, ou entregam a chama ao chegar no local determinado e, notamos que depois de uma pequena reflexão da importância daquela cavalgada que buscou a chama, ao entregar usa-se a parte final do solene juramento , utilizado em posses:

“...entrego esta chama para o fortalecimento das nossas tradições e maior honra e gloria da  nossa sagrada querência e do povo gaúcho.” – seguido de um forte “E viva o Rio Grande!”

A Chama Crioula e o acendimento oficial no RS
2000 - Alegrete, na Capela Queimada
2001 - Guaíba, na fazenda de Gomes Jardim
2002 - Santa Maria, no centro do estado
2003 - Camaquã, na Chácara das Aguas Belas, de Barbosa Lessa
2004 - Erechim, no Recanto dos Tauras
2005 - Viamão, cidade fundamental na história do RS
2006 - São Gabriel, na Sanga da Bica, onde tombou Sepé Tiarayú
2007 - São Nicolau, 1ª redução e um dos 7 povos das missões
2008 - São Leopoldo, Terra de Colonização Alemã
2009 - São Lourenço, no casarão de Ana, irmã de Bento Gonçalves
2010 - Itaqui, o acendimento volta para a fronteira
2011 - Taquara, cinquentenário da Carta de Princípios
2012 - Venancio Aires - Capital Nacional do Chimarrão
2013 - General Câmara - Distrito Açoriano de Santo Amaro do Sul
2014 - Cruz Alta - Terra de Erico Veríssimo

Rogério Bastos
Bastos Produções ltda